De Nazaré para o mundo
No princípio eram apenas homens e mulheres simples da região da Galileia que seguiam um "certo" Jesus. Um nazareno de perfil físico e nome tão comuns que não chamava a atenção, sobretudo porque nenhum judeu esperava coisas boas da cidade de Nazaré.
Depois das proezas realizadas por Jesus, que culminaram com a sua ressurreição e ascensão, não só o número de seguidores e discípulos aumentou, como ele foi reconhecido por muitos judeus como o prometido Messias, o Cristo. Logo ele passou a ser chamado pelo nome de "Jesus Cristo", e seus seguidores foram adjetivados de "cristãos".
Cristãos: imitadores de Cristo
Os cristãos somente ficaram assim conhecidos porque adotaram o estilo de vida e as práticas de Jesus Cristo. Daí surgiu o movimento religioso denominado cristianismo.
Seguindo o exemplo do seu Senhor, os cristãos se caracterizaram como aqueles que praticavam atos de misericórdia e que conseguiam ver nas pessoas, por mais desafortunadas ou pecadoras que fossem, uma nova criatura transformada pelo amor.
Desta forma, o cristianismo se caracterizou historicamente como a religião das oportunidades.
Uma igreja que não exclui
Não se pode esperar que um grupo denominado cristão tenha atitudes que não sejam inclusivas, um lugar onde as pessoas encontrem sempre não apenas uma segunda oportunidade, mas tantas oportunidades de regeneração quantas forem necessárias.
É inadmissível que um grupo religioso denominado cristão exclua aqueles que fracassam, sobretudo porque a igreja de Cristo é, sem exceção, composta por pessoas que experimentaram a graça salvadora de Jesus e optaram por imitá-lo.
Diante desta verdade, não podemos esperar outra atitude que não seja o perdão, o amor e a misericórdia para com os que fracassaram.
O olhar de Jesus sobre o pecador
Uma das coisas mais lindas encontradas em Jesus é que ele olhava para os pecadores como alguém que apenas precisava de mais uma chance para mudar. Isso o levava a acreditar sempre nessas pessoas e a vê-las como bênção para o Reino de Deus, e não como estorvo.
Até porque Jesus já sabia que absolutamente ninguém poderia impedir o avanço e as conquistas da sua Igreja, e que ela seria composta por pecadores restaurados.